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O Minicurso de Introdução ao Scrum, oferecido pela Agile School, é um treinamento rápido e direto que proporciona uma compreensão clara do que é o Scrum, onde ele é implementado e quais são seus elementos base.

Neste curso, você terá a oportunidade de adquirir conhecimentos essenciais sobre o Scrum de forma concisa e eficiente. Os módulos abordam os princípios fundamentais da ferramenta, seus benefícios e aplicações práticas.

Ao final do minicurso, você estará apto a compreender a metodologia Scrum, suas características e pronto para dar os próximos passos na sua carreira. Se você está em busca de um aprendizado ágil e introdutório sobre o Scrum, o Minicurso de Introdução da Agile School é uma excelente opção.

O que você aprenderá:

Clique aqui e acesse agora mesmo!

Recentemente, muito têm se discutido sobre o quão presente a Inteligência Artificial estará no nosso dia a dia, e principalmente, se os trabalhos atuais poderão ser substituídos por essa tecnologia. Por isso, viemos aqui para desmistificar essa ideia e mostrar que a Inteligência Artificial (IA) e a robótica não representam uma ameaça à segurança dos empregos, pelo contrário, têm potencial para fomentar uma explosão de novas oportunidades de trabalho.

O mercado têm expandido cada vez mais

Muitas pessoas têm a preocupação de que a inteligência artificial (IA) irá substituir os trabalhadores humanos em larga escala. Embora essa preocupação seja compreensível, estamos caminhando para uma multiplicação de empresas competindo pelo mesmo mercado. Em vez de reduzir drasticamente o número de empregos disponíveis, a IA pode impulsionar a criação de novas oportunidades de trabalho.

Imagine um futuro em que existam várias empresas como Uber, Amazon, Apple, Tesla e outras em setores que nem sequer podemos imaginar. Essa proliferação de empresas, todas utilizando a IA como uma ferramenta para impulsionar seus negócios, pode resultar em um aumento significativo na demanda por profissionais qualificados em diversas áreas.

A redução dos custos de produção impulsionam a qualidade de vida

Outro aspecto importante a ser considerado é o impacto da IA na redução dos custos de produção. Com a automação impulsionada pela IA, as empresas podem otimizar seus processos, reduzir os gastos e, consequentemente, oferecer produtos e serviços a preços mais acessíveis. Essa redução nos custos pode levar a uma maior disponibilidade de produtos e, potencialmente, à erradicação da fome, da miséria e da pobreza.

Vale ressaltar que, ao longo da história, avanços tecnológicos têm permitido que a qualidade de vida da classe média supere até mesmo a dos reis da Idade Média. Com os avanços contínuos da tecnologia e da IA, podemos esperar que, no futuro, tenhamos acesso a ainda mais comodidades e conforto do que os abastados de hoje em dia.

A IA pode solucionar o problema da escassez de mão de obra

Além dos benefícios econômicos e sociais, a IA e a robótica desempenham um papel fundamental na solução do problema da escassez de mão de obra em setores que exigem trabalho árduo. Em muitos países, há uma tendência de diminuição da população urbana, o que pode levar à falta de trabalhadores em determinados setores. Nesse contexto, a IA e a robótica podem preencher essa lacuna de mão de obra, permitindo que as sociedades continuem a prosperar, mesmo com uma população urbana em declínio.

Portanto, se considerarmos a falta de mão de obra em diversos setores atualmente, a IA pode ser vista como uma solução viável para suprir essa demanda. Em vez de roubar empregos, a IA tem o potencial de criar novas oportunidades e melhorar a qualidade de vida de todos

Contudo, a IA não é útil para Agilista apenas traduzindo materiais, sumarizando uma pesquisa de usuário qualitativa ou escrevendo um User Story de forma automática. A próxima grande fronteira é o AI-as-a-Service (IA como Serviço), um modelo de serviço que permite às empresas utilizar capacidades de inteligência artificial sem precisar desenvolver sua própria infraestrutura. Isso envolve ter acesso a recursos como reconhecimento de voz, processamento de linguagem natural, visão computacional, aprendizado de máquina, entre outros. 

Conheça algumas maneiras em que a AI as a Service pode ser utilizada para melhorar sua entrega de produtos digitais:

Melhorando a Experiência do Usuário

A utilização do AIaaS oferece oportunidades para a criação de experiências de usuário personalizadas e altamente relevantes. Através de algoritmos de machine learning, é possível gerar recomendações baseadas no comportamento do usuário, aprimorando a utilidade e a relevância do produto ou serviço. Imagine poder oferecer aos seus clientes push notifications com ofertas de produtos com base em suas compras anteriores, acessos ou comportamento. Isso é apenas um exemplo de como a IA pode impulsionar a personalização e a satisfação do usuário.

Automatizando Processos 

Os Product Owners (POs) podem aproveitar os benefícios do AIaaS em seus produtos para automatizar diversas tarefas que, de outra forma, seriam demoradas ou complexas para serem realizadas por humanos. Isso inclui atividades como moderação de conteúdo, filtragem de spam, análise de sentimentos e muito mais. 

Por exemplo, é possível utilizar a IA para resumir as dúvidas mais frequentes dos usuários em um fórum de discussão, mesmo que estejam escritas em linguagem natural. Essa automação impulsionada pela IA permite que os POs otimizem sua eficiência e se concentrem em tarefas estratégicas de maior valor, ao mesmo tempo em que oferecem aos usuários respostas rápidas e precisas para suas perguntas.

Incorporando Novas Funcionalidades 

A adição de funcionalidades de IA em um produto não requer necessariamente uma grande equipe de cientistas de dados e engenheiros de machine learning. Com o auxílio do AIaaS, é possível incorporar recursos de IA de forma simplificada. Um exemplo disso é o uso de informações como estoque, preços dos concorrentes, datas festivas, previsão do tempo e outros eventos para que a IA possa sugerir o consumo previsto de uma mercadoria.

Imagine um dono de restaurante que pode aproveitar essas funcionalidades de IA para melhorar a gestão de seus estoques e compras. Com base nas informações fornecidas pela IA, ele pode tomar decisões mais informadas e estratégicas, evitando a escassez de produtos ou o excesso de estoque.

Essa capacidade de aproveitar insights preditivos impulsionados pela IA sem a necessidade de uma equipe especializada em ciência de dados e machine learning torna mais acessível a adoção dessas tecnologias por pequenos e médios empreendedores. Dessa forma, eles podem se beneficiar das vantagens da IA para melhorar suas operações e impulsionar seu sucesso no mercado.

Conclusão

A utilização do AI-as-a-Service (AIaaS) traz consigo uma série de benefícios e possibilidades para empresas e profissionais de diversas áreas. Através desse modelo de serviço, é possível aproveitar as capacidades da inteligência artificial de forma acessível e escalável, sem a necessidade de desenvolver uma infraestrutura própria. Isso abre caminho para a criação de experiências de usuário personalizadas, automatização de tarefas complexas e aprimoramento de produtos digitais.

É importante destacar que, apesar das preocupações sobre a substituição de empregos pela IA, existe uma visão mais otimista e realista sobre o seu impacto. A IA não está destinada a “roubar” empregos, mas sim a transformá-los. Ela tem o potencial de criar novas oportunidades de trabalho, impulsionar o crescimento econômico e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

A IA está transformando a maneira como vivemos, trabalhamos e interagimos com o mundo ao nosso redor. Com o AIaaS e outras abordagens similares, podemos explorar e incorporar a IA em nossos produtos e serviços de maneira mais ágil e eficiente. O futuro nos reserva um cenário onde humanos e IA trabalham em conjunto, trazendo inovação, progresso e melhores oportunidades para todos.

Além disso, se você está interessado em aprimorar suas habilidades e conhecimentos em métodos ágeis e práticas eficientes de gestão de projetos, a Agile School oferece uma ampla variedade de treinamentos especializados. Nossos cursos abrangem desde Scrum e Kanban até Lean Agile e Agile Coaching, capacitando profissionais a se destacarem em ambientes de trabalho dinâmicos e colaborativos.

Não perca a oportunidade de garantir sua vaga e impulsionar sua carreira. Nossos treinamentos são ministrados por especialistas renomados e focam em práticas comprovadas que podem transformar a forma como você e sua equipe trabalham. 

Acesse nossa agenda de cursos hoje mesmo para conhecer a programação completa de cursos e garanta sua participação. Invista em seu desenvolvimento profissional e esteja preparado para enfrentar os desafios do mercado atual. Inscreva-se agora mesmo na Agile School e comece a trilhar o caminho para o sucesso.

O papel do agilista é direcionar e apoiar a equipe ágil em direção a entrega de valor. Mas calma, tire da cabeça aquele estereótipo que ser líder é sobre dar ordens e gerenciar tarefas. A liderança na agilidade é sobre influenciar e potencializar pessoas para alcançar os objetivos gerais e também pessoais. 

Neste artigo, discutiremos algumas maneiras de se tornar um líder efetivo sob a ótica dos princípios ágeis e progredir em sua carreira agilista. Vem comigo!

Seja um modelo a ser seguido

Seja você um agilista ou postulante a agilista, é importante lembrar que sua equipe está observando suas ações e comportamentos. Se deseja uma equipe proativa, engajada e responsável, você precisa ser um exemplo disso.

Parece óbvio, mas certifique-se:

- Que suas ações estão alinhadas com os valores que deseja promover.

- Que você está fazendo o que espera que eles façam.

Se você quer que sua equipe seja pontual em suas entregas, você precisa ser pontual em suas reuniões e compromissos. Se você quer que sua equipe se comunique de forma clara e efetiva, você precisa mostrar como fazer. Se quer que eles sejam responsáveis e assumam seus erros, faça primeiro, seja o modelo.

Desenvolva um relacionamento com sua equipe

Liderança também é convivência. Para liderar efetivamente, você precisa conhecer cada um de forma individual e como eles preferem ser liderados. Isso ajudará você a entender como motivá-los e como lidar com desafios quando surgirem.

Além disso, construir um convívio forte com sua equipe ágil criará confiança e ajudará as pessoas a serem mais transparentes e verdadeiras. Colaboradores que não confiam nos líderes Agilistas vão esconder e até mentir sobre os acontecimentos.

Seja um facilitador

Como agilista, você não é o chefe/gerente da equipe, mas deve ser um líder facilitador. Sua função é ajudar a equipe a alcançar seus objetivos, removendo impedimentos e facilitando a comunicação entre eles e todos os envolvidos. Você deve estar disposto a ouvir as opiniões e perspectivas da equipe, garantir que todos estão sendo ouvidos e tomar decisões em conjunto.

Ao fazer isso, está promovendo um ambiente de trabalho colaborativo e inspirando a equipe ágil a se auto-organizar para alcançar suas metas.

Se comunique de forma clara

É importante comunicar os objetivos e expectativas da empresa quanto às pessoas de forma concreta. Certifique-se de que sua equipe entenda o que é esperado deles e que você esteja sempre disponível para responder a perguntas e esclarecer dúvidas. Além disso, garanta que sua equipe tenha as informações necessárias para realizar seu trabalho de forma efetiva. Isso inclui fornecer atualizações regulares sobre o progresso do produto/projeto e compartilhar informações relevantes com a equipe.

Seja um líder servidor

O conceito de liderança servidora foi criado por Robert Greenleaf na década de 1970. Ele acreditava que a liderança deveria ser vista como um serviço, com o líder colocando as necessidades da equipe em primeiro lugar. Mas tenha muita atenção. Para que isso funcione, você deve ter observado os outros passos acima.

O agilista que é um exemplo, desenvolveu um bom relacionamento com as pessoas e comunicou claramente os objetivos e expectativas. Ao ser um líder servidor, você está demonstrando que você se preocupa com o sucesso de sua equipe ágil. Não priorizando apenas o sucesso pessoal.

A equipe e não apenas com o sucesso pessoal. Isso ajudará a criar um ambiente de trabalho positivo e colaborativo, onde todos os membros da equipe se sentem valorizados e apoiados.

Se algo fugir ao controle, tome a frente

Esse ponto deve ser muito bem esclarecido. Algumas pessoas confundem as características do agilista de facilitador ou líder servidor com uma postura passiva e leniente. Nada poderia estar mais errado! O agilista assume a frente quando a auto-organização não funciona, seja no contato externo ou internamente na equipe.

A liberdade e autonomia servem a um propósito, mas não permita que isso seja mal usado pelas pessoas e leve a resultados indesejados. No fim do dia, o agilista permanece responsável pelo resultado final. Ou seja, não deixe as coisas saírem do controle, tome a frente.

Esteja disposto a aprender

Ser um líder efetivo não é algo que se aprende da noite para o dia, é um processo contínuo que contém erros e acertos. Seja humilde em Esteja disposto a aprender com suas falhas e a receber feedback da própria equipe. Busque oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional, como treinamentos e workshops.

E também esteja aberto a compartilhar e aprender com outros líderes e mentores em sua empresa, capítulo ou na comunidade de Agilistas. Liderar não é uma ciência exata, todos nós iremos errar, pode se acostumar com isso.

Conclusão

Na minha opinião, liderança é uma das habilidades mais fundamentais que o agilista pode ter. Não é uma tarefa simples, requer navegar na incerteza dos relacionamentos humanos.

Seja o exemplo e influencie a sua equipe. Portanto, não tenha medo de errar, pois isso é inerente ao processo de liderança. Se esforce para se tornar um mentor para sua equipe, compartilhe conhecimento e explore novas formas de desenvolver sua liderança para que você possa se tornar um líder melhor.

Seja sempre responsável por suas ações, não só por sua equipe, mas também por outros líderes e mentores. Seja um líder que inspira, que motiva, que enxerga oportunidades e que, acima de tudo, acredita no poder da colaboração. Rumo ao mais alto nível de responsabilidade, colaboração e efetividade na entrega de valor. Isso é ser um verdadeiro agilista.

E claro, se você quer aprender na prática cada uma dessas habilidades, não deixe de se inscrever em nossa turma de PAL-E. Garanta agora mesmo a sua vaga e não perca a oportunidade de alavancar sua carreira agilista!

Processos seletivos não costumam ser fáceis para nenhuma das partes! Por isso, baseado em experiências vivenciadas na carreira de diversos Agilistas, gestores e profissionais da área de Pessoas, trouxemos cinco dicas essenciais para uma entrevista ao cargo de especialista em Agilidade, seja você o candidato ou o entrevistador.

1 - Pergunte sobre a experiência profissional do Agilista

Esta, é a famosa questão do “Me conte mais sobre sua experiência profissional…”. Mas, como estamos falando em Agilidade, é possível variar essa questão para: “Me descreva o seu dia a dia de trabalho, como agilista.” Com isso, busca-se coletar informações sobre as experiências práticas daquele profissional e, partir dessa resposta, elaborar as perguntas seguintes e até um bate-papo de entrevistador e entrevistado, para que o processo não se torne um jogo de perguntas e respostas unilateral.

Trabalhando em cima das respostas, é possível compreender detalhes sobre a forma que aquele candidato executa seu trabalho, a maneira de lidar com a equipe e as demandas que o recaem. Então, você como entrevistado, deve descrever precisamente a sua atuação nas empresas que colaborou e, como entrevistador, atente-se aos detalhes dessa resposta.

Algumas variações dessa pergunta também podem ser: “Me descreva o dia a dia de um Scrum Master” e, com isso, busca-se captar as mesmas informações que falamos aqui.

2 - Questione a profundidade dos conhecimentos de Agilidade

Neste tópico, é comum pedir algo como “Me descreva o Framework Scrum” (ou então, outro modelo de trabalho, sistema ou estratégia), e espera-se que o candidato descreva com detalhes cada um dos eventos, artefatos e papéis do Scrum e/ou detalhes da execução de outras práticas.

Vale lembrar que, para dinâmicas online, essa questão deve ser feita com bastante atenção. No momento anterior à entrevista, peça com educação para que o candidato não consulte materiais ou sites com as informações. Afinal, busca-se a precisão dos detalhes baseados na experiência e não algo decorado visto de algum site. Além disso, não é difícil notar se o profissional está olhando para outra tela! 

Dessa forma, você consegue compreender melhor o grau de conhecimento que aquela pessoa possui, se ela sabe apontar as diferenças entre os frameworks, se ela cita as métricas, os limites de WIP ou elementos de sistemas puxados, por exemplo. E, claro, não se esqueça de perguntar sobre os principais fundamentos ágeis.

3 - Aprofunde através das experiências em times ágeis

Seguindo a entrevista, busca-se um aprofundamento maior acerca das experiências que a pessoa entrevistada teve, e isso será feito a partir das respostas das perguntas anteriores. É comum questionar sobre termos da agilidade, seus conceitos e a diferença entre esse e outros modelos de trabalho (como o Waterfall).

Perguntas do tipo: “Quais são as métricas essenciais para um time ágil?” podem ser feitas para buscar da pessoa agilista uma profundidade sobre esse tema, se ela irá caminhar para uma linha focada em métricas de fluxo, operacionais, de processo, ou então para métricas de Produto, por exemplo.

Este será um momento muito mais técnico, pois o entrevistador quer entender, de forma precisa… E o leque de opções que esse candidato traz e o nível de experiência que essa pessoa possui serão grandes diferenciais.

4 - Entenda a capacidade sobre o ágil em escala

É importante, durante a entrevista, conhecer também a experiência do candidato com agilidade em escala, ou seja, o que ele já aplicou com isso ou o quanto entende sobre. Dessa forma, o entrevistador quer capturar qual a linha de segmentação que ela mais utiliza, se é a implementação de frameworks, as soluções diagnósticas, gestão de dependência ou desacoplamento de equipes.

E claro, como em todas as outras questões, nota-se na resposta o grau de conhecimento acerca desses princípios, como comunicação e gestão de demandas. Neste momento, não adianta ficar usando termos difíceis.

Uma outra variação de pergunta, que também serve para conhecer a forma de trabalhar, é: “Quantos times você, como Agilista, é capaz de servir ao mesmo tempo?”, e dependendo da resposta, o entrevistador é capaz de captar a responsabilidade do candidato. Afinal, ao responder algo acima de 3 times, por ser algo extremamente desafiador, é normal que se desconfie da qualidade daquele trabalho e do que a pessoa considera um serviço de valor.

5 - Definir o sucesso de um Scrum Master

Por fim, a quinta pergunta que sugerimos é sobre a definição de um Scrum Master de sucesso, onde busca-se entender a visão que esse candidato tem sobre o valor do agilista e o nível de responsabilidade do cargo, ou se, para ele, esse papel representa apenas alguém que agenda reuniões e presta serviços de apoio. 

Com a resposta obtida, busca-se compreender o caminho para onde esse agilista busca seguir quando estiver representando essa função, seu direcionamento de tarefas e ações. 

Você também pode assistir esse conteúdo em nosso canal no Youtube! Clique aqui e confira.

DICA BÔNUS

Sabemos que o processo seletivo vai muito além dessas cinco questões que trouxemos, pois como falamos no começo, a ideia não é que seja um jogo de perguntas e respostas. Mas não poderíamos deixar de trazer uma última dica, que é a questão sobre as fontes de conhecimento sobre agilidade. 

Assim, você entende suas referências, materiais de estudos, livros e outros canais que podem ser utilizados por este candidato para alavancar sua carreira ágil. E, você, candidato, consegue mostrar sua referência para estudos e aprimoramentos.

Por fim, se você está participando de algum processo, não tenha medo da entrevista e mostre a sua vontade e capacidade de representar aquele cargo. E, caso você seja o Agilista entrevistador, use essas dicas para encontrar o melhor profissional para a vaga oferecida.

E não deixe de valorizar certificações e conteúdos realmente práticos para ajudar em sua jornada profissional! Confira mais detalhes sobre o treinamento Professional Scrum Master - um dos mais desejados por especialistas no mercado atualmente.

Como ficam as carreiras para o ano de 2023 nesse setor? Confira uma reflexão do nosso trainer e fundador, Rodrigo Pinto

Se você utilizou a internet recentemente ou leu as notícias, sabe que diversas empresas (sejam elas grandes ou pequenas) passaram por “layoffs” e demissões em massa, reduzindo drasticamente o seu quadro de Agilistas ou até mesmo extinguindo os capítulos de agilidade como um todo. Mas será que isso é o fim do mercado de Agilidade?

O papel da economia, os modismos e a crise da área de Tecnologia

Toda essa temática da demissão em foco se iniciou no final de 2022 e têm se intensificado com o passar dos meses. Atualmente, algumas empresas contam com um número baixo de Agile Masters ou Coaches dentro do seu quadro de colaboradores, e é preciso refletir acerca da razão desse crescente movimento para se tornar resiliente e não deixar que te afete.

Primeiramente, é necessário compreender que estamos dentro de uma das fases do ciclo macroeconômico, esse sistema já é recorrente na economia mundial há anos e é caracterizado pelos períodos de expansão da economia e retração. 

Devido a pandemia causada pelo coronavírus e suas consequências, o mercado sofreu um grande impacto e se tornou fragilizado, causando uma alta inflação não só no Brasil, mas em diversos países, uma vez que vivemos um momento de economia dinâmica e globalizada. Por isso, além da inflação, outros problemas aparecem, como: baixo consumo, crise energética, crise na cadeia de suprimentos e entre outros fatores que culminam o período de retração econômica.

É comum que, nesse período de fragilidade e incertezas, empresas de diversos setores realizem corte de gastos, consequentemente diminuindo seu quadro de funcionários, o que certamente pode incluir os agilistas.

Além disso, outro importante fator que o agilista deve se atentar, são os famosos “modismos”. É comum que quando novos modelos de agilidade surgem, as pessoas sigam a tendência, entretanto, nem sempre esses modelos se mostram funcionais a longo prazo.


Para exemplificar, podemos citar o caso das paletas mexicanas no Brasil! Há poucos anos esse produto teve um boom e era possível encontrar paleterias em todos lugares. Mas com o tempo, esse modismo passou, e atualmente não vemos mais esse produto com tanta frequência. Ou seja, toda tendência passa por um período de desequilíbrio mas volta à normalidade em determinado momento.

Isso é o que costuma acontecer com os modismos ágeis, uma vez que vivemos um período onde muitas pessoas se autointitulam “especialistas em Agile”, mas nunca sequer estudaram de verdade frameworks, sistemas e práticas ágeis e acabam propondo modelos que não trazem resultados. Então, em situações como esta, não é difícil que o gestor note que a entrega de valor não está ocorrendo de forma positiva e decida “acabar” com o capítulo de agilidade em sua empresa.

Portanto, seja por uma questão macroeconômica (algo que está fora do nosso controle) ou pelos temidos modismos, esses desligamentos acabam acontecendo.

Qual o papel da pessoa Agilista?

Nesse momento é essencial que você, Agilista, se torne resiliente! Ou seja, mostre-se preparado para ter responsabilidade pelas entregas, resultado e o valor que está sendo gerado pela sua equipe.

Em casos como este, não existe espaço para Agilista “abraçador de árvores”, ou seja, aquele que se preocupa apenas com a facilitação, mas não faz entregas eficientes. Estes, normalmente acabam sendo cortados durante a redução de custos da empresa ou então substituídos, uma vez que o gestor nota que esse profissional não faz diferença positiva nos resultados.

Diante dessa importância de ter entregas assertivas, existem 3 importantes pilares do empirismo para todo Agilista, que são: transparência, inspeção e adaptação.

Na Transparência, prioriza-se a clareza das tarefas que vêm acontecendo e as que virão a acontecer, além das métricas para produto ou processos. Ou seja, uma comunicação onde todos possam compreender, sem ruídos que possam causar má interpretação dos fatos, pois isso tudo influencia na tomada de decisão.

O segundo pilar é a Inspeção, que nada mais é do que a influência que o Agilista exerce sobre as entregas, seu comprometimento com a eficiência delas e com a objetividade das sprints.

Por fim, a Adaptação, que diz respeito a contribuição desse profissional para a melhoria contínua do produto e dos processos de trabalho, o quanto esse profissional leva o time a se adaptar aos diferentes cenários e ainda assim demonstrar um workflow eficiente.

Dessa forma, seguindo os três pilares apresentados, você consegue cumprir seu papel e ainda ser notado de maneira positiva pelo gestor da empresa, que irá dar preferência em manter a equipe de agilidade. Ou seja, o torna menos suscetível à cortes em momentos de crises como os que citamos.

Por fim, não poderíamos deixar de desejar nossa força e apoio à todos aqueles que estão vivenciando ou vivenciaram desligamentos de empresa. Transforme sua carga emocional negativa em resiliência e ainda mais vontade de progredir continuamente. Aqui na Agile inc, nossa área de consultoria, sempre temos vagas disponíveis. Fique de olho!

E nos acompanhe por aqui para continuar se capacitando como profissional e evoluindo em sua jornada profissional. 

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De acordo com o Manifesto Ágil, escrito em 2001 pelos líderes desse movimento, a agilidade está sempre buscando maneiras melhores e diferenciadas de desenvolver softwares e ajudando os outros a realizar o mesmo. A partir disso surge o norteamento para os valores e princípios que complementam a agilidade, são eles: Geração de valor, flexibilidade, frequência, união, motivação, comunicação, funcionalidade, sustentabilidade, revisão, simplicidade, organização e autoavaliação.

Portanto, o agilista, é a pessoa quem irá exercer esses papéis na caminhada ágil, gerando valor à equipe e permitindo que os princípios ágeis sejam realmente executados. Mas, diferentemente do que algumas pessoas acreditam, esse papel não surgiu junto ao Manifesto Ágil, afinal, ele apenas estabelecia a forma e mentalidade ágil de se trabalhar, os verdadeiros responsáveis pelo uso da classificação foram a própria comunidade ágil.

Mas então, basta entender os princípios da agilidade que me torno um Agilista?

Não! Sem dúvidas, ser proficiente nos temas e valores do Manifesto Ágil, é essencial, entretanto, o agilista também exerce a função de coach e mentor do seu grupo. É ele quem irá apoiar a equipe a compreender esses princípios e aplicá-los propriamente em seu dia a dia, gerando o que chamamos de “guarda chuva da agilidade”.

Para deixar ainda mais claro o papel do agilista, é possível correlacionar suas tarefas com os 4 P’s da Agilidade, tema que já falamos em outro artigo por aqui.

Relacionando os 4 P’s com o papel do Agilista

PROCESSOS

Um desses P’s é o de Processos, que está relacionado a maneira como o time trabalha em conjunto, a interação dele com outras equipes e a garantia do fluxo de trabalho. Portanto, o agilista fica responsável por garantir que as entregas sejam efetivas e simplificadas, podendo ser de ciclos curtos, já que a simplicidade também está presente na metodologia ágil.

Escolher o melhor framework para os projetos, abraçar as mudanças e permitir as trocas produtivas dentro da organização são algumas das tarefas que o agilista irá mentorear para seu time, dentro de processos, com o intuito de promover um ambiente dinâmico e colaborativo.

PRODUTO

O segundo P que pode ser conectado a esse papel, é o de Produto, afinal, o primeiro princípio ágil diz sobre a entrega de valor, e quem irá garantir a geração de um produto final de alto valor, é o Agilista. Para isso, deve-se colocar o cliente no centro das questões, e entender suas necessidades e características buscando satisfazê-lo propriamente.

Uma maneira de realizar tal tarefa é através das práticas de design, que serão executadas junto ao Product Owner, outro importante papel dentro da Metodologia Ágil, que será apoiado pelo Agilista durante todo o briefing deste projeto e um backlog com priorização das tarefas que irão apoiar esse produto na busca pela entrega de qualidade.

PESSOAS

O terceiro item, talvez considerado um dos mais importantes, é o P de Pessoas, afinal, são elas que fazem tudo acontecer dentro da organização que busca uma transformação ágil. Nesse quesito, o Agilista é quem irá promover um olhar mais humanizado dentro do time, e buscar desenvolver boas relações interpessoais com esse grupo, já que o Manifesto Ágil traz uma valorização disso, mais do que em processos e ferramentas.

Além desse valor, outros que devem ser trabalhados são o promover uma motivação aos colaboradores, criar um trabalho dinâmico e com um ambiente sustentável. Todas essas ações estão relacionadas ao mindset da agilidade, que é o de olhar para o próximo. 

Portanto, a maneira como o Agilista irá garantir que isso aconteça é através de suas mentorias para equipe e colaboradores, buscando com que cada um desenvolva melhor o seu potencial e criando uma Team Building com uma dinâmica de transparência, retrospectiva e feedbacks seguros e principalmente boa comunicação via conversas Face a Face.

PRÁTICAS DE ENGENHARIA

Temos as Práticas de Engenharia como o quarto P, afinal, é dentro da engenharia de software que surgem os primórdios do Manifesto Ágil. Esse item diz respeito às linhas de Preview, padronização de códigos e os Frameworks, logo, um agilista com bom conhecimento técnico desse conteúdo consegue promover uma compreensão melhor dos aspectos ágeis dentro time e gerar melhor produtividade e resultados nos processos.

Por fim…

Se você é agilista, esses quatro pilares são essenciais para a melhora de seu desempenho nesse papel que exige uma grande responsabilidade na jornada de transformação ágil dentro do time.

Então, se você quer aprimorar seus conhecimentos ágeis e se tornar especialista no Framework Scrum, ferramenta que irá te trazer mais produtividade, inscreva-se agora mesmo para a nossa turma de PSM e garanta sua vaga!

Entregas de valor e organização são coisas que todo Product Owner deve se atentar, ao dividir a execução de tarefas no seu time, por isso, é extremamente importante elaborar uma boa Planning, o primeiro evento da Sprint do Framework Scrum.

A partir dela, serão definidos os objetivos do time, o planejamento do que será realizado, e as ações necessárias para tal, buscando gerar resultados positivos para a organização e equipe, através dos itens que serão executados.

Como todos os eventos do Scrum, na Planning também há input (entrada de informações), o processamento (onde acontecem as decisões) e o output (o que sairá do plano de execução). Por isso, é importante que o time esteja de acordo com a sua capacidade de realização de tarefas, e possíveis impedimentos como: ausência de colaborador, férias, entrada de novos membros…Afinal, tudo isso pode impactar na busca pelo objetivo dessa equipe. Dito isso, vamos às estratégias para que sua Planning ocorra com êxito!

1 - Dedicar 25% da Planning para a resolução de débitos técnicos

Os débitos técnicos costumam ocorrer quando os prazos são priorizados acima da qualidade de um produto ou serviço, causando consequências negativas para a equipe, que em breve, terão que ser resolvidas.

Logo, o frequente acúmulo desses débitos e situações não-resolvidas, acaba virando uma “bomba” para o time, por isso, é de extrema importância ter um tempo separado para priorizá-los de forma a não deixar a Planning exaustiva.

2 - Ter objetivo bem definido

O objetivo é o que move a execução de tarefas, portanto ele deve estar claro para todos que pertencem àquele time. Pergunte-se onde você quer chegar ao final da Sprint, e assim, é possível priorizar as entregas que estarão alinhadas a isso.

3 - Não postergar itens para a próxima Sprint

Uma vez que seu objetivo está 100% definido, é possível estabelecer as normas e políticas para que os itens sejam considerados finalizados, e a relevância dos mesmos.

Tenha cuidado com o tempo de execução de cada um deles, e procure não levar coisas de uma sprint para outra, o que pode gerar os débitos técnicos que citamos anteriormente.

4 - Não sobrecarregar ao time

É crucial entender o quanto de tarefas a equipe é capaz de executar no tempo estabelecido para a Sprint, entretanto, alguns PO’s e Stakeholders possuem o costume de colocar coisas que estão além da capacidade do time.

Afinal, uma vez que, ao final da Sprint, aqueles itens não são resolvidos, a moral de toda equipe é abalada e tanto o PO quanto os colaboradores, têm sua motivação afetada negativamente por isso.

5 - Defina o tempo exato para a Sprint

De acordo com as boas práticas da Agilidade, as Sprints costumam ter uma duração de até quatro semanas, mas é necessário que, uma vez que esse período seja definido ele seja mantido para que o time tenha uma cadência com o restante da organização.

Afinal, durante a review, os stakeholders serão convidados e eles precisam saber se as entregas ocorrerão daqui duas, três ou quatro semanas. Não manter uma cadência pode afastá-los e gerar resultados negativos.

6 - Manter a motivação do time e não trabalhar além da capacidade

Como já falamos anteriormente, um dos tópicos mais importantes para manter uma boa sprint planning, é não sobrecarregar o time, mas também, não trabalhar no seu limite. É essencial deixar espaços de folga na planning, para cuidar de imprevistos sem comprometer o BackLog que foi estimado para resolução.

Além disso, se algum membro estiver com dificuldades, outro colaborador pode auxiliá-lo sem atrapalhar a entrega do time. 

Tudo isso, implica diretamente na motivação da equipe, que o aspecto principal para que a Planning ocorra de forma positiva, então, atente-se ao quanto seus colaboradores estão satisfeitos com as entregas, com os resultados e com as execuções das tarefas, pois um time motivado é o que faz a diferença.

Para concluir…

Agora que você sabe como realizar uma Planning com bom direcionamento está hora de colocar em prática. Comece conversando com sua equipe e entenda como a demanda de cada um funciona. Com isso, vocês, como time, conseguem chegar a conclusão de qual o melhor tempo de sprint para que os resultados sejam alcançados com boa qualidade. 


Na Agile School temos o treinamento Professional Scrum Master onde especialistas do mercado ajudam os alunos a colocarem em prática o que comentamos durante o texto. Acesse aqui e garanta sua vaga.

Se você é responsável pelo desenvolvimento de um produto digital e não acompanha métricas que realmente mostrem que essas entregas estão gerando valor, corre um grande risco de funcionalidades estarem sendo desenvolvidas, mas sem gerar conexão com o cliente e, consequentemente, sem benefícios para a organização.

Isso porque, no mercado competitivo que vivemos e que se transforma constantemente, com usuários que trocam suas preferências, “abandonam carrinhos” facilmente e compram produtos de acordo com seus reais desejos, ter dados relevantes sobre a satisfação do usuário é mais que essencial para o sucesso de uma iniciativa.

Com o objetivo de gerar valor definido, através das métricas adequadas, você irá conseguir identificar se o que o time está entregando, está surtindo um efeito positivo para o cliente e, assim, para a empresa.

“Nossa maior prioridade é satisfazer os clientes, através da entrega adiantada e contínua de software de valor.”

(Primeiro princípio do Manifesto Ágil)

Por isso, neste artigo, vamos apresentar algumas métricas que podem ser usadas por Product Owners ou até pelo time, na hora de avaliar os resultados de uma entrega e/ou produto digital.

Você também pode compreender melhor sobre essa estratégia neste vídeo do nosso canal. Clique aqui para assistir!

As principais métricas de valor para utilizar no seu time

Dentro das práticas ágeis, existem inúmeras métricas que podem ser utilizadas para mensurar os principais resultados. Neste conteúdo, vamos falar sobre as métricas que podem medir se a sua entrega está ou não sendo de valor para o usuário e/ou para a organização.

NPS (Net Promoter Score)

O Net Promoter Score ou NPS é uma métrica de satisfação do seu cliente com o produto que você entregou ou que está em processo de criação. Ou seja, o quanto ele indicaria a sua empresa a pessoas próximas, como um serviço valioso e de boa entrega, mostra o quanto ele está satisfeito com sua entrega de valor.

Quantidade de usuários ativos

Essa é uma das métricas mais fáceis de compreender, uma vez que, se a quantidade de pessoas ativas no produto/app for alta, significa que a entrega foi satisfatória e o valor atingido. Agora, se os números se mantêm iguais ou menores que antes, por exemplo, é preciso analisar o que foi feito, compreender onde foi o erro, ajustar e melhorar a entrega de valor do seu produto.

Faturamento

Essa é uma métrica a ser analisada após a sua solução já estar sendo utilizada pelo cliente. E isso é fácil compreender pelo simples fato de que, se o seu produto está gerando receita, quer dizer que você conseguiu realizar uma entrega de valor. Caso contrário, precisa haver uma análise detalhada, somada a outras métricas, para compreender o que está falhando para ser ajustado.

Para finalizar

Como falamos acima, o principal objetivo do time ao criar um produto digital é a geração de valor e, através das métricas, é possível conseguir mensurar se este objetivo está sendo entregue ou não. Por isso, é fundamental o Time Scrum saber se estão ou não entregando valor com o produto que estão produzindo para o seu cliente, assim como o Product Owner ou outros stakeholders.

Além disso, essas estratégias de acompanhar as entregas de valor podem ainda serem utilizadas para direcionar o Sprint Goal, Impact Map e User Story. Utilizando métricas adequadas de Produto, você conseguirá entregar muito mais valor aos seus clientes.

Vale ressaltar que, aqui na Agile School, temos um treinamento perfeito para você que quer evoluir a sua carreira de especialista em Produtos Digitais. O Professional Scrum Product Owner Advanced é um treinamento que ajuda profissionais experientes a expandir sua capacidade de estabelecer uma visão sólida, validar suas hipóteses e, por fim, agregar mais valor ao desenvolvimento de produtos.

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Muito se fala ultimamente nas empresas sobre agilidade, em ser mais ágil, RH ágil, business agility, e outros termos da moda. Mas de onde veio tudo isso? Será que estamos sendo realmente ágeis?

Acreditamos que todos os agilistas DEVEM saber a história do manifesto ágil, os valores e principalmente os princípios, pois os frameworks existentes são meios, são formas de atingir o mindset ágil descrito no manifesto.

O manifesto foi criado em 2001, por pessoas que já praticavam formas diferentes de criar software. Inicialmente buscavam formas mais leves e eficazes de gerar produtos de valor.

O manifesto ágil é divido em duas partes - valores e princípios.

VALORES

Estamos descobrindo maneiras melhores de desenvolver software, fazendo-o nós mesmos e ajudando outros a fazerem o mesmo. Através deste trabalho, passamos a valorizar:

Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas

Software em funcionamento mais que documentação abrangente

Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos

Responder a mudanças mais que seguir um plano

Ou seja, mesmo havendo valor nos itens à direita, valorizamos mais os itens à esquerda.

PRINCÍPIOS

  1. Nossa maior prioridade é satisfazer o cliente, através da entrega adiantada e contínua de software de valor.
  2. Aceitar mudanças de requisitos, mesmo no fim do desenvolvimento. Processos ágeis se adequam a mudanças, para que o cliente possa tirar vantagens competitivas.
  3. Entregar software funcionando com frequência, na escala de semanas até meses, com preferência aos períodos mais curtos.
  4. Pessoas relacionadas à negócios e desenvolvedores devem trabalhar em conjunto e diariamente, durante todo o curso do projeto.
  5. Construir projetos ao redor de indivíduos motivados. Dando a eles o ambiente e suporte necessário, e confiar que farão seu trabalho.
  6. O Método mais eficiente e eficaz de transmitir informações para, e por dentro de um time de desenvolvimento, é através de uma conversa cara a cara.
  7. Software funcional é a medida primária de progresso.
  8. Processos ágeis promovem um ambiente sustentável. Os patrocinadores, desenvolvedores e usuários, devem ser capazes de manter indefinidamente, passos constantes.
  9. Contínua atenção à excelência técnica e bom design, aumenta a agilidade.
  10. Simplicidade: a arte de maximizar a quantidade de trabalho que não precisou ser feito.
  11. As melhores arquiteturas, requisitos e designs emergem de times auto-organizáveis.
  12. Em intervalos regulares, o time reflete em como ficar mais efetivo, então, se ajustam e otimizam seu comportamento de acordo.

SOMOS REALMENTE ÁGEIS?

Sempre nos questionamos o quanto ágeis estamos sendo em nosso trabalho. E para conseguir ter uma ideia mais clara, é muito importante sempre responder a seguinte pergunta: estamos praticando em base diária os valores e os princípios ágeis descritos acima?

Referência: manifestoagil.com.br

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